🕊️🤝🏻🏃🏻Tudo tem o seu tempo determinado,
e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
🕊️🤝🏻🏃🏻Tempo de E s p a l h a r p e d r a s ,🕊️🤝🏻🏃🏻
Ecl 3:1-5
Tempo (propósito de formação na alma para) de E s p a l h a r (surgir em demasiado)
p e d r a s (desafios e dificuldades),
-:- O Conhecer da Vida -:-
Construção Emotiva
10 a 14 anos
Norberto – O Menino Chamado por Deus
Quase terminando a louça, Norberto se sentia levemente incomodado por uma culpa, a de não ter tempo de dedicação ao visitante. Se não houvesse tantos afazeres extras, a história deveria ser diferente, com mais tranquilidade e atenção ao amigo. Enquanto isso, Kris arrumava as taças da mesa para o jantar, então o telefone toca. O menino pensa em não atender.
- Não vai atender a ligação Norberto?
- Não sei Kris, está tão tarde, estou tão cansado, se for algum pedido de alguém, não tenho forças para mais nada, não gosto de dizer: não.
- Mas e se for importante para você ? – E se for sua mãe?
- Não sei
- É melhor pensar com carinho..
Assim o menino o fez, pensou em sua mamãe para não aborrecê-la, deu uma pausa na louça e correu para atender o telefone
- Com muito esforço, conseguiu ouvir entre os chiados, uma voz do outro lado, era seu Pai
- Norberto venha para o Hospital das Definições, na rua Direita, sua mãe não vai chegar hoje para o jantar, ela está em observação no hospital
- O que!? Pensou Norberto – Minha mamãe não vem?... e o que fazer sem ela!? Como dar conta de tudo!, pensava atônito sem contar que mais uma noite passaria sem janta e quase sem repouso nenhum. Norberto se sentia cançado dos imprevistos
Kris perguntou:
- Que foi Norberto ? O que aconteceu com você? Mudou de cor? Está quase invisível de tão pálido e quase não fala!
Depois de KRIS ter chamado varias vezes o menino que estava aéreo perto do telefone, Norberto respondeu:
- Ho.. desculpe!, disse Norberto, desabando num choro sem fim. De todos os traumas emocionais pelo cansaço, a dor dos dois lados era insuportável. Não queria sair, de casa, nem deixar Prof Kris, agora que tinha a honra de estar ao seu lado. Estava exausto para mais uma noite terminar sem se alimentar direito e ainda sabendo que sua mamãe estava no hospital.
Quanta dor. O menino não saiba pra onde ir, que decisões tomar, a junção do cansaço com a fome e a oportunidade, o nervoso de não saber o que fazer, lhe confundiam a cabeça.
- o que aconteceu Norberto ?
- Minha mãe.. minha mãe está no hospital, ela não virá Kris, não temos tempo, não podemos conversar, vou ter que socorrer ela, visitar meu Pai, ver como está lá
- Tudo bem, disse o Missionário, fique calmo, eu estarei em casa, qualquer coisa você poderá me avisar
- Obrigado Kris, eu sei que você sempre teve um coração incrível, forte, resistente e sempre disposto a ajudar. Mas não poderei te avisar Kris, não poderei mais, o meu tempo agora será contado, entre as aulas e meus afazeres para cuidar de mim mesmo. Até que Deus revele o que será de mamãe, estou comprometido comigo mesmo, o meu dia a dia e os meus afazeres.
- Eu entendo, disse Kris
O menino dizia essas palavras, mas inconformado consigo mesmo. Não acreditava que depois de tanto tempo que queria começar um tempo de aperfeiçoamento e atenção para aprender com o Missionário, se fora embora tudo. Mas a princípio, essa era a melhor decisão a se tomar. Ele tinha que primeiro cuidar de sua mãe. Era a sua consciência em primeiro lugar.
Kris acreditava no direcionamento de Deus, e se Des o havia levado a casa de Norberto, não era em vão, havia algum propósito. Mas com essa intervenção do acidente de Dona Duvidosa, precisava de oração para saber quais os modos que Deus escolheria para Kris, seguir na direção específica, quanto a vida de Norberto. Uma coisa era certa, o menino não podia ficar sem dar assistência a sua mãe e abandoná-la neste momento tão preciso não era sabio diante de Deus.
- Vá Norberto, cuide de sua mãe, o estado pode ser grave e se você não tiver zelo, não se sabe o que pode acontecer
- Sim, é verdade Kris! Disse o menino que secou suas lagrimas forçosamente. Com o coração triste e pouco endurecido, prometeu para si mesmo não esmorecer, mesmo sem motivo para fazê-lo. Porque de todas as dores, aquela foi a maior. Deixar a Kris era fatal. Ele não tinha culpa de nada, para merecer desatenção, ele não tinha feito nada de mal, ao contrário, tinha sido muito paciente e atencioso por deverás! De modo assustador! Silencioso e Prestativo.
- Você vai ficar com seu Pai no hospital ? perguntou Kris
- Não posso, vou ter que cuidar da minha vida, para sustentarmos a casa, só poderei fazer uma visita rápida e ver mamãe, logo volto pra preparar as coisas para o outro dia, se não tiver janta, vou ficar de jejum e achar um tempo para um emprego extra pra fazer com um tempo que vou ter que arrumar, mesmo sem existir.
- Acha que vai conseguir tempo e forças pra trabalhar ainda mais ? Perguntou Kris
- Agora não posso mais achar Kris, nem tentar. Agora tenho que cuidar da minha vida e família.
Agora é seguir. Disse o menino com uma dor tão profunda como de quem recebe uma facada e está prestes a desmaiar mas se mantém de pé.
Agora é seguir. Disse o menino com uma dor tão profunda como de quem recebe uma facada e está prestes a desmaiar mas se mantém de pé.
- Que Deus o ajude a arrumar um emprego e um lugar bom! Que suas forças sejam renovadas com sonhos maiores dos que o que tem! Que Deus te levante como Ele quer, com pessoas que Ele quer! Nos lugares que Ele quer!
- Amém meu grande e precioso Amigo!
Assim os dois choraram grandemente, de alguma forma sentiam que por algum motivo talvez, poderiam nunca mais se ver. Mas as lágrimas próprias ficam em segundo plano, quando o plano de Deus está em primeiro lugar.
Uma dor dilacerante, Norberto parecia não se perdoar, mas a decisão por Deus era maior e mais específica.
Levantou-se o menino, despediu-se, fechou sua casa e foi
Descobriu devagarzinho no caminho que :
“ A força das lutas na guerra não é a humana, mas é a força das decisões, com Deus! Essa é a mais forte, alem das fraquezas humanas “
Seguia e orava pelo Missionário Kris, para que ele estivesse bem, ainda que nunca mais o veria. Pedia ao Pai que cuidasse dELe. Orava também por sua mamãe que estava no hospital, sem saber quando ia retornar e como iria retornar.
Pedia a Deus que preparasse pessoas para ajudá-lo, que ele conseguisse um emprego bom, ainda que com pouco tempo, que ele conseguisse ter condições de cuidar de si e dos seus. Não precisava muito, apenas tendo o suficiente para construir o dia a dia na alegria de Mestre já bastava.
Embora toda a dor do passado. Toda a luta do presente. O menino era grato. Deus estava lhe dando forças pra reconstruir sua vida, e novas forças pra retomar as decisões por mamãe, papai e por ele.
Mais uma oportunidade de seu chamado se ia perdida.
Será que alguém lhe estenderia a mão futuramente ?
Agora que estava só novamente!
Será que algum favor imerecido encontraria de volta para o seu ministério ?
Só a realidade da vida mostraria..
“ Independência na vida e
d e p e n d ê n c i a com Deus: tem o seu preço"
“ Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tia mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porem, que por todas estas coisa te trará Deus a juízo” Ec 11.9”
d e p e n d ê n c i a com Deus: tem o seu preço"
“ Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tia mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porem, que por todas estas coisa te trará Deus a juízo” Ec 11.9”







